Mbombela, 19 Out (AIM) - A capital da provincial sul-africana de Mpumalanga
mudou de nome de Nelspruit para Mbombela, ap�s a publica��o, na sexta-feira
no Boletim Oficial do Governo, de uma lista de altera��o de nomes
geogr�ficos aprovada pela ministra das Artes e Cultura, Lulu Xingwana.
A lista inclui 42 nomes geogr�ficos que a ministra aprovou entre 28 de Julho
e 2 de Setembro do corrente ano.
"Algumas mudan�as dos nomes aprovados em Mpumalanga s�o de Belfast para
eMakhazeni, Waterval Boven para Emgwenya, Machadodorp para eNtokozweni, e
Nelspruit para Mbombela,' anunciou hoje o porta-voz do Minist�rio das Artes
e Cultura, Premi Appalraju.
Segundo a porta-voz, a aprova��o dos nomes segue-se a uma recomenda��o do
Conselho Sul-Africano para Nomes Geogr�ficos (SAGNC).
Comentando sobre o assunto, o Conselheiro do SAGNC e vice-presidente do
Comit� Provincial para Nomes Geogr�ficos (PGNC), Mpyane Ratau-Dlamini, disse
que a C�mara de Com�rcio e de Turismo de Lowveld (LCBT), que se op�e a
mudan�a de nomes faltou a duas reuni�es anterioes para consultas.
A LCBT havia amea�ado intentar uma ac��o legal contra a ministra Xingwana
caso ela avan�asse com a decis�o de alterar os nomes.
Hoje, a presidente da divis�o de turismo da LCBT, Sandra Jacobs, disse que
ela ainda estava em consultas com outros membro da direc��o sobre a decis�o
a tomar ap�s a publica��o da mudan�a dos nomes no Boletim Oficial.
Na acta de uma reuni�o de consultas, realizada em Fevereiro ultimo, dois
membros da LCBT s�o reportados como tendo participado na reuni�o, mas tendo
abandonado antes do t�rmino devido a "compromissos de neg�cios".
Nessa reuni�o, o representante do distrito municipal de Ehlanzeni, Jackson
Siboza, disse que os empres�rios obviamente que "n�o pensaram que o assunto
era assim t�o importante".
Siboza disse na ocasi�o que cerca de 75 por cento da popula��o em 36 regi�es
em Nelspruit apoiava a proposta da mudan�a de nomes.
Enquanto isso, Ratau-Dlamini assevera que as empresas n�o ser�o for�adas a
alterar os seus endere�os "por enquanto".
"As pessoas ter�o tr�s anos para mudar tudo", disse Ratau-Dlamini
(AIM)
AFRICAN EYE/SG/DT
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